quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Treino 6+2

Tendo em vista a prova de domingo, resolvi hoje fazer o último treino (até lá ainda tenho 2 jogos de futsal, mas é diferente). Saí de casa um pouco antes das 6h e não achei que estivesse muito frio. Tinha ido à varanda ver o tempo e optei por não levar gorro nem luvas, e fiz bem porque não era mesmo necessário.
A distância e o trajeto já tinha definido mentalmente, assim como o ritmo que ia aplicar. Fiz então 6km num ritmo rápido e depois 2km num ritmo mais lento apenas para "rolar" até casa e completar 8km.
Nos km's mais rápidos senti-me bem mas no domingo em vez de 6km, vão ser cerca de 10,5km, por isso, não devo optar por um andamento tão rápido desde início para não dar o estoiro antes da meta. Quero ver se faço a prova de trás para a frente. Para o pessoal que possa estar a ler e que está pouco familiarizado com o mundo das corridas, correr de trás para a frente, que parece uma coisa óbvia, significa começar num ritmo mais baixo e ir aumentando ao longo da prova. :)

Outro dado deste treino foi que experimentei pela primeira vez umas meias de compressão. É um tema um pouco delicado, porque há os que acham que se trata apenas de uma questão de modas e que agora toda a gente usa e há os que dizem que realmente as diferenças são brutais e que se sentem menos cansados, etc.
Eu corri apenas 8km com elas (dizem que só em distâncias longas dá para ter real noção dos benefícios). Resumindo a grande diferença é que com estas meias não sinto os gémeos a abanar. Nota-se que os músculos da coxa (quadriceps) oscilam com o impacto no chão mas os gémeos não. Se isso se irá traduzir em menor cansaço? Penso que sim. Mas é como digo, será necessário uma distância maior para ter essa percepção. De qualquer forma como ficaram bastante em conta (€€), resolvi experimentar.

Resumo do treino:
Distância: 8,01km
Tempo: 39m22s
Velocidade Média: 12,21 km/h
Média da Passada: 4:55 m/km

domingo, 2 de dezembro de 2012

Treino convívio


Hoje foi dia de mais um treino dominical e para além do companheiro do costume (Vitório), conseguimos convencer o casal Ornelas (Rute e André) a virem connosco. Mesmo em cima da hora ainda houve outro que se juntou a nós (o Bruno). Chegamos à Quinta das Conchas por volta das 7:45h e esperamos cerca de 10 minutos pelo Bruno. Definimos como objectivo correr 10km e ficou o André a marcar o ritmo da passada. Quando começámos, o termómetro marcava 4ºC, por isso, o gorro e as luvas souberam muito bem.
Foto retirada da net. Mas era com esta
geada que estava a relva quando lá chegámos
Foi um treino num ritmo mais lento do que o que temos feito, mas foi muito porreiro, pelo convívio e a constante boa disposição de todos. Pena a Rute ter sentido dores no pé aos 4,5km, o que fez com  que ficasse depois a ver-nos andar ali às voltas.
Um convívio a repetir mais vezes, haja malucos suficientemente corajosos para se levantarem cedo e com muito frio para ir correr.
A grande falha desta manhã foi, nenhum de nós se lembrar de tirar pelo menos uma foto para a posteridade.


Resumo do Treino:
Distância: 11,58km
Tempo: 1h12m19s
Velocidade Média: 6,61 km/h
Média da Passada: 6:14 m/km

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Treino muito estranho

Hoje para além do treino (já lá vamos), o próprio dia começou estranho. Acordei 5 minutos antes do despertador tocar às 5:50h, desliguei-o e voltei-me para o outro lado. De repente na minha cabeça começou o seguinte diálogo:

Diabo - Volta a dormir está muito frio lá fora e aqui está quentinho.
Anjo - Levanta-te. Vais ver que depois te vais sentir muito bem e vais ficar satisfeito por ter ido correr.
Diabo - Não ligues a isso. Melhor ficas se não te cansares e para além disso ainda faltam 12 dias para a próxima prova.
Anjo - Pensa que vais fazer parte de uma equipa e que a tua prestação vai influenciar o resultado final.

Claro que com todas estas vozes na cabeça, mesmo que os argumentos do Diabo também fossem fortes eu já não iria conseguir voltar a adormecer e então resolvi levantar-me e equipar-me. Abri a janela para ver a temperatura exterior e pela primeira vez este ano decidi levar o gorro e as luvas. E que bem me souberam.

Em relação ao treino, pela primeira vez decidi ir fazer séries. É verdade, nunca tinha feito. Pelo que tenho lido as séries e os Fartlek's são muito importantes e devem ser feitos mas para quem já corre com regularidade há algum tempo (+/- 1 ano), por isso ainda não tinha experimentado. A minha ideia inicial era fazer 5 x 1minuto com 45 segundos de descanso, mas em vez das 5, fiz apenas 3.
Comecei com uma corrida de 3km (15m21s) num ritmo calmo para aquecer os músculos e ver se o frio passava e depois fui às séries:
1º minuto - 300m (3:20 m/km)
2º minuto - 310m (3:14 m/km)
3º minuto - 310m (3:14 m/km)
Os 45 segundos de descanso entre cada repetição parecerem apenas 4,5 segundos e ao fim da 3 repetição estava bastante cansado. Como ainda queria dar mais uma voltinha pela urbanização, achei melhor não fazer as 5. Durante estas séries cruzei-me com uma senhora que estava a passear o cão e com mais duas pessoas. Por sorte que ninguém chamou a polícia, porque não deve ser muito normal andar alguém na nossa rua a correr e depois chega ao final da rua, pára por uns momentos, olha para o telemóvel e passado uns segundos, desata a correr em sentido contrário.
Terminei então o treino com mais 2km (11m03s) num ritmo bastante lento.
Durante o banho ouço novamente o Anjo - Como vez tinha razão. Vê lá se não valeu a pena levantares-te para ires correr?
Claro que valeu. Vale sempre a pena mesmo que custe muito sair do quentinho da cama.

sábado, 24 de novembro de 2012

Maratona por estafetas cada vez mais perto

Depois de uma tarde a fazer exames e de saber que tudo está ok (aqui), nada melhor que chegar a casa e ver que tinha recebido este mail.


Faltam 15 dias para esta prova e apesar de ir fazer apenas pouco mais de 10km, sinto uma grande expectativa e entusiasmo.
Por correr em equipa a responsabilidade aumenta, pois 25% do nosso sucesso depende da minha prestação. Depois como vou fazer o primeiro trajeto, vou partir ao lado de atletas que admiro muito. E não me refiro ao pessoal da elite, os quenianos, etiopes, etc., refiro-me aos homens e mulheres "normais" que irão percorrer a distância de 42,195km. Para uns será a estreia, para outros será "mais uma" maratona, mas para mim todos eles são heróis e um dia também eu quero alinhar na partida com o objectivo de percorrer esses mesmos 42,195km.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Dia de revisão

Tal como o título do post indica, hoje foi dia de fazer uma revisão à máquina. Tirando as normais idas ao médico e as análises da praxe, só tinha feito electrocardiogramas na medicina do trabalho, o último dos quais até foi o mês passado. Desde que comecei a correr com mais regularidade que queria marcar uns exames mais específicos para saber como está a máquina. Em maio ofereceram-me um relógio com cardio-frequencímetro e desde aí vou controlando o batimento cardíaco.
Sei que todos somos diferentes, mas em comparação com alguns amigos e pelo que vou lendo noutros relatos de atletas "blogueiros" acho que os meus bmp (batimentos por minuto) estão um pouco acima da média, e então decidi falar com o médico de família para fazer um "check up" mais completo à máquina.
Fui ao hospital da Cruz Vermelha onde para além da rapidez, também me deparei com eficiência e simpatia por parte de toda a gente que me atendeu.

Primeiro foi a vez do electrocardiograma com prova de esforço. Passadeira a um ritmo muito lento, depois de 3 em 3 minutos aumentava a velocidade e a inclinação da passadeira.
Resultado final:
- Aqui o menino só aguentou 13m21s, devido a fadiga, tendo atingido 96% da frequência cardíaca teórica máxima.
- Sem arritmias. Sem angor. Sem alterações do segmento ST.
- Evolução cronotrópica e tensional normal com o esforço.
- Boa tolerância ao esforço (13,4 METS)
Resumo: Prova de esforço submáxima e negativa para isquémia do miocárdio.

Depois seguiu-se o ecogardiograma e o resultado também deu tudo normal. Aorta, válvulas, aurículos e ventrículos tudo em dimensões normais. Sem derrame pericárdico. Sem trombos ou massas intracavitárias. Fluxos dopller normais.

Conclusão. Parece que a máquina está afinada e se as lesões se mantiverem bem longe cá de casa, os sapatinhos têm que se preparar para palmilhar muitos quilómetros.

domingo, 18 de novembro de 2012

Treino de reconhecimento de percurso


Tal como tem acontecido nos últimos domingos, hoje também era dia de ir fazer um treino bem cedinho com o Vitório.
Como no dia 9 de Dezembro, vamos participar na Maratona de Lisboa por Estafetas, em que cada elemento da equipa (4 atletas) percorre cerca de 1/4 do trajecto dos 42.195Km da maratona, pensámos que seria bom conhecermos o percurso que vamos fazer.
E aqui tínhamos duas hipóteses. Como ainda faltam algumas semanas, podíamos fazer o meu percurso, que vai ser o 1º e para a semana fazíamos o do Vitório que é o 2º (o 3º e 4º trajectos ficam a cargo das magníficas atletas Inês e Célia). Ou então fazer logo os dois trajectos de uma só vez. Claro que optámos pela situação mais simples, que "foi fazer logo os dois trajectos de uma só vez".
Por questões de logística, iríamos só até ao Rossio (em vez de descer até ao Cais do Sodré), porque assim  o regresso era mais rápido, pois vinhamos de metro e é a mesma linha até Alvalade, local onde deixámos o carro para partir junto ao Estádio 1º de Maio.
Cerca das 7:15h saímos do Estádio 1º de Maio. De início apanhámos algum frio e um vento bastante forte até chegar ao Areeiro. Depois disso o vento acalmou, já estávamos quentes da corrida e começou a aparecer o sol. Não havia muito trânsito, o trajecto não tinha subidas de grande inclinação e por isso conseguimos ir num ritmo confortável, chegando à estação de serviço da BP de Carnide 52 minutos depois de termos começado a correr, ou seja, com um ritmo médio de 5:12 m/km. Aqui é onde termina a minha prestação no dia 9 e passo o testemunho ao Vitório. Íamos agora iniciar a segunda parte do treino.
Pela observação do percurso na net, sabíamos que iria ter uma zona com uma subida jeitosa, entre Sete Rios e a zona do El Corte Ingles (a meio da Av. António Augusto de Aguiar), mas que até aí era plano e que depois disso, seria sempre a descer até ao Rossio.
Para grande satisfação nossa, logo no 2º km deste percurso (km 12 do nosso treino), fomos presenteados com uma ligeira descida que serviu para recuperar algum esforço e baixar o ritmo cardíaco. Depois foram um pouco mais de 3km de terreno plano até Sete Rios e estávamos perto da tal subida. Ao chegar aqui a subida não nos pareceu assim tão complicada, porque como é bastante comprida, acaba por não ter um grande desnível. Chegámos "facilmente" ao cruzamento da R. Ramalho Ortigão com a Av. António Augusto de Aguiar e faltavam-nos 100m de subida para começar a descer até à "nossa" meta.
Ao passar o El Corte Ingles, as pernas entusiasmaram-se e deixaram de "dizer" ao cérebro que estavam cansadas e que já tinham feito 17,5km. Então a velocidade aumentou e pareceu-nos ouvir disparar o radar de velocidade na Av. da Liberdade, mas nem nos atrevemos a parar (se quiserem que enviem agora a multa para casa) eheh.
Chegámos ao Rossio e o Vitório diz-me que o seu Garmin marca 19,6km. "Já agora fazemos os 20km certos". Metemos pela Rua Augusta e só parámos a meio. Estavam completos os 20km e era o final de mais um belo treino em excelente companhia.
Inocentemente pergunto ao Vitório "então qual foi a média?", "Ah, deu 4:58 m/km.". Nem queria acreditar, tínhamos feito a segunda parte do trajecto em +/- 48 minutos, o que para mim era um resultado excelente.
Aqui fica o resumo completo:
Distância: 20,17km
Tempo: 1h40m17s
Velocidade Média: 12,10 km/h
Média da Passada: 4:58 m/km

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

IV Trilhos de Casainhos

Esperei durante algum tempo e com alguma ansiedade a prova de Casaínhos.

Desde que comecei as corridas, e comecei a interessar-me cada vez mais por este desporto,as provas de trail pareceram-me sempre mais aliciantes. Não é que desgoste de correr em estrada, mas há algo mais quando se corre nos trilhos. 

E Casainhos veio a mostrar isso mesmo. 

Tive conhecimento da prova numa das minhas voltas de bicicleta até ao Cabeço de Montachique, e claro, daí até à inscrição foram alguns dias (tempo para aliciar amigos a fazerem companhia :D).

Quanto ao dia prova, bem ... foi assim:

Saí de casa em direcção a Loures, mas resolvi, em vez de ir pela CRIL, efectuar o caminho pela nacional 8, aproveitando para parar numa bomba de gasolina para abastecer.

Ao passar em Odivelas, quem é que encontro a correr??? Nem de propósito ... o Tiago. Foi fazer estrada, uma vez que por não ter sapatilhas de trail, esquivou-se :) (20km de Sesimbra esperam por nós)

Bem, chegando a Casainhos, o clube SCCasainhos foi fácil de encontrar e lá estacionei. Outros 3 companheiros (Quaresma, Miguel, Joaquim) já tinham chegado e lá nos dirigimos para levantar o dorsal.

Enquanto aguardamos o inicio da corrida, fomos brindados com alguma chuva miudinha, mas abrigamo-nos no bar/restaurante do clube. 

O cheiro da comida a ser preparada para o almoço, fazia crescer aguá na boca eheh.

Junta-se o pessoal todo para a caminhada e para a corrida junto à partida e é dado inicio da prova.

Saímos como habitual em bloco e logo ao sair da vila iniciamos o caminho de trilhos. Forma-se um engarrafamento ao efectuar a primeira subida.

No meio da confusão onde ainda deu para ajudar a empurrar um atleta que seguia com sapatilhas de estrada (andava às escorregadelas), comecei a afastar-me dos meus companheiros. Ainda consegui esporadicamente olhar para trás e gritar pelo Quaresma, mas depressa deixei de o ver. Veio ao seu ritmo, limitado pelo joelho que o tem limitado bastante.

Eu segui o meu caminho, procurando fazer um ritmo próximo dos 6 min/km. Apanhei vários atletas e procurei encontrar sempre alguém com quem seguir e fosse a impor um ritmo semelhante ao meu. 

Ao km 5 já no inicio da subida para o Cabeço de Montachique, tomei pela primeira vez contacto com a sensação de correr com os pés molhados. Meto-me num campo (assim como todos os outros) que parecia um arrozal e tive água (estava fria de caraças) até meio da canela.  

Passamos por um castelo/forte em ruínas muito interessante e que aumenta a componente visual proporcionada pelas corridas trail.

Forte


Começa a acentuar-se a subida ao cabeço e iniciei a caminhada, alternada com esporádicas corridas para ultrapassar algum obstáculo. 

Chegado ao cabeço, a vista é (como já tinha constatado em visitas anteriores) brutal. 
Uma vista de 360º sobre Loures e concelhos próximos.

Ao passar no ponto mais alto, junto ao marco geodésico, passamos pelo checkpoint onde os dorsais eram riscados com um marcador.

Iniciamos a descida a partir do km 6, e até ao km 12, não foram encontradas grandes dificuldades e o ritmo médio foi descendo. Perto do km 10 houve um abastecimento de água.

Comecei a pensar que abaixo dos 6 min/km era possível ... até encontrar uma parede como nunca tinha subido. Foi mesmo a andar devagar.

Ao chegar ao topo, novo abastecimento, agora com direito a uma maça. A velocidade de regresso à vila foi mais elevada, pois o relevo assim o permitia. 

Ainda deu tempo para me enganar no caminho já perto do fim, mas nada de muito significativo. Felizmente não ia sozinho e alguém que conhecia o local reparou no erro e corrigiu a nossa trajectória.

Após aguardar pela chegada dos companheiros, lá nos dirigimos para o banho, e depois um almoço bem servido com pão da região (fiquei muito bem :D) com convívio entre os atletas, musica, e "slideshow" das fotos e ainda a entrega de prémios aos atletas de topo.

Casaínhos foi uma experiência espectacular a todos os níveis.

Sem dúvida para repetir ...


Percurso



Aqui ficam os gráficos:





Resumo

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Treino fresquinho

Sem previsões de chuva, hoje era dia de voltar às minhas corridas madrugadoras, porque já me andava a baldar a elas há 2 semanas. E mesmo que a vontade pudesse não ser muita, tinha um motivo bastante válido para ir, tinha que estrear as minhas calças de corrida.
6 horas da manhã, "ténis", calças, camisola de manga comprida, corta vento e chapéu (se o tempo arrefecer mais, vou pensar na hipótese do gorro) e lá fui eu. Como ia fazer pouco mais de 6km resolvi ir num ritmo sempre abaixo dos 5m/km e consegui, apesar de notar que com o frio e vento que estava custa um pouco mais a respirar e o batimento cardíaco foi sempre mais elevado que o normal, mas já sabia que iria ser assim. 
As calças foram uma agradável surpresa. Tenho sempre corrido de calções e nos últimos treinos tinha notado algum frio no início e pensei que as calças iam ser boas a principio mas que depois teria bastante calor por terem "pêlo" por dentro. Mas afinal senti-me sempre bastante confortável com elas.

Aqui fica o resumo do treino e a foto da nova aquisição no equipamento.
Distância: 6,60km
Tempo: 31m28s
Velocidade Média: 12,58 km/h
Média da Passada: 4:26 m/km

Kalenji Isolate Essential

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

20km

Às 7:30h, tal como combinado, estava à minha porta o Vitório para irmos fazer mais um treino. Estávamos os dois com os músculos doridos. Eu devido ao treino de futsal de quarta à noite e ele por um treino (corrida) bem puxado na terça. Falámos sobre isso e decidimos correr 5km em direção a Loures. Se ao fim desses 5km estivéssemos bem, continuávamos até Loures (8km), senão voltávamos para trás e fazíamos só 10km. Pelo título deste post é fácil de ver que aos 5km resolvemos continuar, eheheh.
Ao km 5, ele diz-me que está com problemas de excesso de peso no intestino e precisa de parar. Paramos num posto de gasolina da Repsol, um pouco mais à frente, mas apenas tinha wc para funcionários. Perguntei-lhe se conseguia aguentar mais um pouco, porque no Parque da Cidade (Loures), havia de certeza, e lá fomos continuando até ao km 8, onde conseguimos encontrar um posto da Galp. Aliviada a carga, era altura de fazer o caminho de volta, mas como gostamos de inventar pensámos em vir por um caminho diferente. A certa altura fomos vendo que estávamos cada vez  mais longe do caminho que devíamos apanhar e decidimos não arriscar. Aqui tínhamos chegado ao km 10 e ficámos com a certeza de que os possíveis 10km que inicialmente iríamos fazer no caso de nos ressentirmos das pernas iam duplicar. O regresso foi feito no ritmo calmo com que fizemos os primeiros 10 (média de 5:18m/km) e tirando um caozinho mais nervoso, perto da chegada, que nos resolveu acompanhar por alguns metros a ladrar junto aos tornozelos, nada mais houve que mereça grande nota de destaque.

Dados de resumo:
Distância: 20,44km
Tempo: 1h53m38s
Velocidade Média: 10,79 km/h
Média da Passada: 5:34 m/km


PS - No garmin do Vitório a média total foi de 5:18m/km mas ao passar para o Endomondo dá uma média de 5:34m/km porque não é contabilizada a pausa de mais de 5 minutos no km 8. Mas isso pouco importa. Fica aqui apenas para registo.

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Resumo Outubro 2012


Contagem: 6 Treinos
Distância: 68,40km
Tempo: 5h52m23s
Velocidade Média: 11,65 km/h
Média da Passada: 5:09 m/km