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terça-feira, 17 de setembro de 2013

Corrida do Tejo.......... a prova que não me deixa saudades

Através do amigo Carlos Cardoso, fui contemplado com um dorsal para a Corrida do Tejo que se realizou este domingo. Por achar o valor da inscrição elevado, comparativamente com muitas outras de igual distância, no ano passado não fui, por isso, esta foi a minha estreia naquela que deve ser, seguramente, a maior prova de 10km do país, em termos de participantes.

Equipado para a prova e com a devida referência ao blog do Carlos.
Para quem não conseguir ler, o papel diz "PAPA KILOMETROS TEAM"

Fui com o meu amigo Lima e chegámos a Algés por volta das 9h. Esta prova tem a particularidade do número do dorsal ser impresso na t-shirt da prova. Isso faz com que 95% dos atletas esteja vestido de igual e seja mais difícil de encontrarmos pessoal conhecido, que já identificamos como sendo do grupo/equipa A ou B. :)
Mesmo assim ainda consegui ver o casal de Bip-Bip Runners, Carla e Pedro.

A partida estava segmentada em três "caixas" (sub-37, sub-45 e restantes). Como o meu melhor tempo nos 10km foi de 46 minutos e qualquer coisa, fomos para a "caixa" dos restantes.

O Lima e eu antes da partida.
A linha de partida é aquela faixa azul que se vê lá bem ao fundo.

Às 10h em ponto foi dado início à prova e demorámos 1m52s até atravessar a linha de partida (pelo menos é a diferença entre o tempo de prova e o de chip).
O meu objetivo era fazer um tempo abaixo dos 50m, pois sabia que era uma prova com muita gente e estava também bastante calor. O Lima queria fazer melhor que isso, por isso, disse-lhe para ir à vida dele e que esperasse por mim na meta.

Os 2 primeiros kms foram sempre aos SS, a tentar passar caminhantes, pessoal com carrinhos de bebé e um ou outro com um cão pela trela. Nada de novo nestas corridas de massas.

Depois consegui correr mais livremente e estava a fazer uma boa média (4:47m/km) até ao km 7. Altura em que uma besta (quero dizer um estimado atleta) que ia à minha frente, atirou para o meio da estrada, uma garrafa de água fechada e que fez com que torcesse o pé esquerdo. Senti uma dor forte e que andar um bocado. A dor abrandou e retomei a corrida. Já depois do km 8 tive que voltar a caminhar porque a dor voltou a chatear. Nesta altura vejo que à minha frente está a fanfarra dos bombeiros a tocar para animar os atletas e ganhei novo incentivo para retomar a corrida e cumprir o objetivo a que me tinha proposto (fazer menos de 50 minutos).
E assim foi. Consegui acelerar até ao final e cortar a meta com um tempo de 49m55s (mesmo à justa).

A alguns metros da meta. Foto do Luís Santos

A cortar a meta. Foto de Sandra Claro (Correr Lisboa).

Podia ter corrido bem melhor, e ter feito menos uns segundos, mas não fico chateado com isso. Não ia para bater recordes pessoais e o pé depois de muito gelo e pomada, ficou apenas dorido.



Quanto à organização não tenho nada a apontar. O regresso também foi rápido, devido aos autocarros disponíveis para transportar os atletas da zona da meta até ao comboio (tinham-me dito que no ano passado não foi assim). Os resultados ficaram disponíveis muito rapidamente e sem as confusões  de cronometragem que por vezes acontecem em algumas corridas.

A razão de no título ter falado que esta prova não me vai deixar saudades, deve-se em grande parte ao "acidente" com a garrafa, mas também porque cada vez mais começo a não achar tanta piada a estas corridas com muita confusão.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Under Armour Charge RC 2

Com o grande "boom" que a corrida tem tido no nosso país. São várias as novas marcas que têm surgido no nosso mercado. A par disso, muitas dessas marcas estão a lançar modelos que vêm revolucionar a forma como estávamos habituados a correr. Calçado mais minimalista e que nos obriga a que o primeiro contacto do pé com o solo se faça com a parte do meio, em vez de ser com o calcanhar.
Com tudo isto, o meu interesse por experimentar este tipo de calçado com um drop mais baixo (diferença de altura entre o calcanhar e a parte da frente), tem vindo a aumentar e são várias as pessoas que conheço que têm e estão realmente maravilhadas com a diferença.

Para grande surpresa minha (e satisfação), na semana passada recebi um convite do Correr Lisboa, a dizer que a Under Armour, em parceria com eles, iria realizar um treino para se testar os Under Armour Charge RC2.

Na quarta-feira, ao final da tarde, fui então até à zona da Torre de Belém com o pessoal da Correr Lisboa, mais uns quantos convidados, fazer o teste, acompanhados por pessoal da Under Armour Portugal e pelo atleta nacional Luís Pinto.



Ao pegar nos UA Charge RC 2 temos logo a noção de se tratar de uns ténis bastante leves (227g). Depois ao calçar sentimos uma grande liberdade de movimentos dos dedos devido ao amplo espaço na parte da frente e também à zona superior constituída por um material muito flexível e respirável.
A forma também se adapta muito bem ao pé e quase não é necessário apertar os atacadores.

Assim que começamos a correr a sensação de leveza e conforto são muito boas e instintivamente "obrigados" a apoiar o pé no chão com a parte do meio o que nos impulsiona logo para a passada seguinte de forma natural e com uma postura muito mais correta.

 

Fiz apenas 10km com eles mas não tive o mínimo sinal de bolhas (uma coisa com que padeço bastante, habitualmente, se não tiver cuidado na escolha das meias e no creme).

Em jeito de conclusão, gostei mesmo muito deste modelo e como ponto menos positivo só o facto de achar o preço um pouco elevado (cerca de 135€), mesmo comparado com outros modelos do mesmo segmento.

Uma vez mais, muito obrigado à Under Armour, à Correr Lisboa e ao grupo fantástico que participou neste treino, sempre com grande animação e companheirismo.